Jornada Pedagógica 2015 – Secretaria de Ensino de Hortolândia – Gamificação no Ensino de Língua Inglesa (28/01/2015)

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Slide

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Slide

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Estrutura cognitiva da fala

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Estrutura cognitiva da fala

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Slide

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Slide

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Professores divididos em grupo realizando atividade

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Professores divididos em grupo realizando atividade

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Todos os professores colocaram em prática a gamificação

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Todos os professores colocaram em prática a gamificação

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Grupo 1 se divertindo com a atividade proposta

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Grupo 1 se divertindo com a atividade proposta

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Grupo 2 concentrado na atividade

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Grupo 2 concentrado na atividade

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015  - Grupo 3 participando do "I have never..."

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Grupo 3 participando do “I have never…”

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Grupo 4 com a participação da Coordenadora de Língua Inglesa, Jacqueline Cabrerizo, participando

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Grupo 4 com a participação da Coordenadora de Língua Inglesa, Jacqueline Cabrerizo, participando

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Sugestões de jogos para sala de aula

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Sugestões de jogos para sala de aula

Jornada Pedagógica 2015 - Gamificação 28/01/2015 - Presença dos Diretores do Instituto Travessia de Recife: Armando Júnior e Jopson Albuquerque

Jornada Pedagógica 2015 – Gamificação 28/01/2015 – Presença dos Diretores do Instituto Travessia de Recife: Armando Júnior e Jopson Albuquerque

A Valorização do Real

Se eu fosse um economista, com certeza me achariam um louco por falar isso, mas… o real está cada vez mais valorizado. Estou falando de materiais reais para uso em sala de aula, realias, que promovem uma experiência de ensino genuína aos alunos de língua estrangeira. A combinação de um material real e um lesson plan bem estruturado além de motivar os alunos oferecem a exposição ao idioma de forma genuína.

Os materiais reais a serem utilizados em sala trazem muitos benefícios no processo de aquisição de língua estrangeira tal como contato com uma linguagem nativa genuína que os alunos podem encontrar ao visitarem um local em que a língua estrangeira seja a oficial. Mais ainda, exposição a materiais reais ativa o senso crítico linguístico dos alunos ao perceberem a maneira que a língua é usada pelos nativos para transmitirem um determinado tipo de informação e, então, tentarão reproduzir. A motivação também tem incremento quando da utilização dos materiais autênticos uma vez que os alunos vão ter a oportunidade de trabalhar com artigos que podem ser encontrados  facilmente caso eles viajem e, portanto, se sentirão preparados para se comunicarem e negociar com o idioma. Esse sense of achievement é muito importante, principalmente nas aulas, pois se os alunos conseguem finalizar uma tarefa  simulada em sala com um realia, eles estarão confiantes para prosseguir e progredir nas aulas.

E afinal o que são materiais autênticos? São todo tipo de produção que podem ser utilizados em sala de aula, desde objetos até um vídeo no YouTube. Ou seja, estamos cercados de materiais reais. Um ingresso de cinema pode virar centro de discussão de uma aula, um recibo de cartão de crédito, materiais esportivos, etc, cabe ao professor pesquisar o material autêntico que se encaixa no seu conteúdo a ser inserido no lesson plan. Essa é a parte trabalhosa de se usar realia, mas é, também, justamente o wow factor que vai diferenciar você dos outros professores. Seus alunos irão olhar você com outros olhos pois o material escolhido (sem nenhum tipo de possíveis caminhos adversos) irá atender e, às vezes, superar as necessidades da turma, sem contar que a internet facilita o acesso aos materiais autênticos e ficam à disposição dos alunos sempre que eles tiverem vontade de ter contato com o material novamente. A internet 2.0, termo utilizado para denominar conteúdos e acessibilidade da web nesta segunda década do século 21, oferece uma infindade de opções de materiais reais que podem ser utillizados em sala de aula e, com uma pitada de tecnologia, a produção dos alunos pode ser melhorada.

Após horas e horas procurando pelo vídeo perfeito, texto perfeito, foto perfeita, áudio perfeito, enfim, material autêntico que se encaixa perfeitamente no conteúdo a ser passado pros alunos, o professor pode utilizar um velho e conhecido recurso para criar uma tarefa bem divertida em que os alunos precisam utilizar o inglês para realizar a atividade: Power Point. A criação de um quiz em que os alunos são dividos em trios ou quartetos usando o Microsoft Power Point oferece aos alunos mixed skills a serem trabalhados uma vez que pode-se ter a combinação de imagens (visual), áudio (audição), textos (leitura) e a fala como habilidade final a ser produzida para responder às perguntas. Como follow-up, blogs são um ótimo recurso para que os alunos trabalhem de forma mais livres e produzam conteúdos em inglês. Lá eles podem postar fotos, vídeos, escrever, compartilhar informações e o professor tem a função de analisar essa produção e oferecer assessoria através de comentários via e-mail mesmo ou então em conversas ao vivo com os alunos em particular.

Os materiais reais estão em toda parte: na tv, jornais, radio; com a internet, a compilação de materiais autênticos que podems ser utilizados nas aulas de inglês ficou mais facilitada, não necessariamente organizada. O professor ainda precisa pesquisar muito para encontrar o artigo certo, mas vai encontrar e com certeza os alunos ficarão mais motivados e, consequentemente engajados para se tornarem multilíngues.

Entendendo Os Perfis Dos Alunos

Enfim férias! Jingle bells pra lá, feliz ano novo pra cá, descanso, praia, alarme do relógio desativado. Essa é a vida de marajá que todos os professores desejam (e merecem). Afinal, são 10 meses de trabalho árduo selecionando livros que apresentam os melhores recursos visuais, discussão sobre abordagens para que os alunos tenham melhor desempenho linguístico em sala, lesson plans, reuniões de pais, cursos, alunos e mais alunos. Só que todo esse trabalho pode ser facilitado se desenvolvido um mapeamento para identificar as idiossincrasias de seus alunos, pois já é de conhecimento de todos nós que cada alunos possui perfis cognitivos e comportamentais distintos.

Faz parte do job description do professor de inglês traçar o perfil de seus alunos para que as atividades a serem colocadas no seu lesson plan consigam atingir as necessidades de todos, não precisamente ao mesmo tempo. Saber se a dificuldade de 20% da turma encontra-se em speaking e quem são os alunos que apresentam essa dificuldade facilita o trablho do professor além de deixar as aulas mais eficazes. Muito da frustração tanto de professores quanto de alunos vem do desse truncamento, ou seja, o professor se frustra com os resultados abaixo do esperado e os alunos porque não conseguem se expressar de forma clara para que o professor perceba onde está o problema.

As atividades desenvolvidas, principalmente no momento de performance, tem por objetivo, mesmo que de maneira implícita, o fator motivador da fala. De acordo com a estrutura cognitiva da fala de Segalowitz, o fator motivador da fala é que impulsiona a prodção oral. Pois então vejamos: um aluno que apresenta dificuldade em listening, quando envolvido em uma conversa, pode ter rendimento abaixo do esperado por não compreender com precisão o locutor, dificultando a continuidade da conversa. Ainda que esteja entendendo o suficiente, pela sua dificuldade em entender, o aluno pode não querer se comunicar com o mesmo empenho. Cabe ao professor identificar esse caso para seus alunos e desenvolver atividades para melhorar essa habilidade.

Em nossa oficina sobre heterogeneidade, damos sugestões de atividades para os perfis cognitivos e comportamentais que podem ser encontrados nos alunos dentro da sala de aula. No entanto, sabemos que mapear os perfis dos alunos nem sempre é fácil. O professor precisa estar atento às características de seus alunos e, até conseguir um mapeamento mais consolidado, são necessárias muitas tentativas de atividades. A Geekie, empresa de tecnologia educacional, oferece uma ferramenta ótima para o professor diagnosticar as dificuldades de seus alunos e entender melhor seus perfis. Através do Geekie Lab, o professor que tiver acesso aos dados educacionais poderá desenvolver atividades que visam a melhoria dos pontos mais fracos das habilidades dos alunos além de saber os pontos mais fortes também para estimular o que já está bom.

Quer seja através de workshops ou por meio de ferramentas tecnológicas, o professor precisa encontrar uma maneira de traçar o perfil linguístico dos seus alunos. Os auxílios estão à disposição e cabe aos profissionais da educação promover o uso desses recursos. Mais importante é que os educadores consigam, de fato, diagnosticar a melhor maneira de se extrair o melhor de seus alunos.

Feliz natal e um 2015 muito melhor para todos. Hohohoho!

Animando o iPad

Essa moda de que ser nerd é ser cool nem sempre foi vista com bons olhos. Quando eu era moleque, nunca entendi o motivo de outros colegas tirarem sarro de quem gostava de desenhos animados, histórias em quadrinhos, super herois, etc. Hoje, com as histórias em quadrinhos invadindo o cinema, animações ganhando prêmios  e a valorização dos profissionais que trabalham nessa área, a aceitação e vontade de se fazer esse trabalho é maior. Obviamente que a criançada também vai querer brincar de desenhar e animar.

Robert Gardner quantificou o processo de aprendizado e em sua equação, o fator motivação é dominante uma vez que ele pode zerar todo o processo. Por isso o professor deve contextualizar as aulas e tratar seus alunos como uma pessoa que está inserida no mundo e, portanto tem conhecimentos. Fazer com que o conteúdo seja aprendido através de projetos (Project Based Learning) é uma abordagem moderna que leva em consideração o contexto dos alunos, elevando a motivação para aprender. Por que não fazer com que os alunos aprendam inglês e se divirtam criando animações e storyboards no tablet? Além da motivação de se usar algo pelo qual os alunos se interessam, tem o fator tablet e a atividade estimula o lado criativo dos alunos ao desenharem suas animações. Mais ainda, pensando nos diferentes perfis cognitivos encontrados em sala de aula, utilizar a criação de uma animação para ensino de inglês atinge os alunos visuais (obviamente), os musicais pois o app oferece espaço para os alunos incluírem trilha sonora e também estimula o raciocínio lógico.

O simple present é o tempo verbal mais simples da língua inglesa, ele representa fatos, assunções e rotina. perfeito para os alunos brincarem e aprenderm ao criar uma historinha, uma tirinha. Vamos lá. Depois de ter apresentado e “drillado” o presente simples com seus alunos e reparar que eles estão confortáveis e confiantes pra produzirem, o professor pode separar a turma em duplas e oferecer personagens fictícios para cada dupla criar a animação. Nessa atividade para tablets, os alunos recebem alguns verbos pré selecionados pelo professor para que sejam um guia na hora de realizarem a montagem da animação. O app Animation Desk oferece vários recursos e é em inglês, ou seja, vai enriquecer o vocabulário de uma forma muito divertida. mas e a fala? O Animation Desk oferece recurso de gravação de voz para inserir no storyboard e os alunos podem gravar a fala de cada personagem, ou mesmo narrar os acontecimentos. Conforme os alunos vão desenvolvendo a animação, o professor vai auxiliando na parte lógica e linguística, assessorando-os até o dia da entrega do projeto.

Utilizar recursos tecnológicos nem sempre requer um alto grau de complexidade. O desenvolvimento desse projeto de ensino de simple present pode ser contextualizado com o que os alunos já estão acostumados a usar em suas rotinas: tablets, smartphones, apps. Além disso, há o estímulo de uma possível carreira na animação, como seguiu, por exemplo, Maurício de Souza (ultimamente) e Carlos Saldanha, diretor do grande hit A Era Do Gelo 3.

A GPS For The Scavenger Hunt

I am pretty sure that all teachers, and I am one of them, have already used bi-dimensional maps whether they were those fold-up maps, illustrations that were in  textbooks or even a simple map drawing on the board. But, imagine the reaction of a student whose daily routine is all about iPads, Playstations and smartphones. Such map would be really boring to this kid.

That’s exactly when someone might say “map apps are also bi-dimensional. How can they be so different from what has been done in the classroom?”. Well,  many maps nowadays are 3-D which means that teaching directions and even some expressions that are very useful for those who travel often or those who don’t want to get lost when looking for a place or address. As a drilling activity the teacher can design a game in which the classroom becomes a neighborhood and then students are separated in groups. Each group  can be a car, given that every car would have 4 people, then there would be around 10 cars on the “street”. In case there is and odd number of  students, there can also be pedestrians and bikers. The teacher can be a traffic guard controlling the “traffic” so that students respect the rules (all communication must be made in the target language). When students do something other than what they were asked to, the teacher corrects them using the appropriate technique granting the “traffic” flow.

I know I have mentioned Michael Tomasello and his study on language acquisition through its use before. This means that interaction takes an important role in the acquisition process of sintax, phonetics, semantics and pragmatics whereas the brain then has the responsibility of decoding  all these features, thinking, in other words, to produce sppech in an organized manner. I wonder if the proposed activity is aligned with Tomasello’s proposal. Let’s find out. The interaction between student and teacher happens naturally and the fact this is a group activity the Zone of Proximal Development takes place and students can assess one another and communication in the target language (maybe with very few words in Portuguese) stimulates cognition in the acquisition process. Mission accomplished! But what about the map? And what is so techie about it? At the end of the lesson plan there may be a performance activity, when students fly freely, without interference from teachers. Considering a class of Primary school, or maybe the first grades of Secondary, the teacher can suggest a scavenger hunt. The plus here is tat the teacher can hand out GPS devices and set them to English language so that students find their treasure by listening to the directions given by the device.

Almost everyone has seen and used a GPS device. Stepping into a classroom with an activity that requires old fold-up maps is nonsense in a context and reality where students use smartphones and tablets. Doing it so might demotivate students and they are not going to be as engaged as you wanted them to, resulting in a poor performance. Once motivation is zero, then the whole process is disabled. But that is an issue for another post.

Atividades De Sala De Aula De Arrepiar

Por que geralmente crianças e alguns adultos tem medo do escuro? Por receio de que algum monstro ou bichos como aranha, cobras venham morder e eles não estão vendo essas coisas estranhas se aproximarem para correrem e fugirem. Ou seja, o medo vem do desconhecido e partir disso a inferência de que algo irá ou pode pegá-los. No entanto, neste dia das bruxas, não vamos deixar os alunos assustados e preparem um atividade divertida que pode envolver todas as salas de aula de sua escola e ainda deixar seus alunos craques em interpretação textual/oral.

Inferir que algo no escuro irá fazer mal é, basicamente, entender o momento, ou seja, a falta do recurso visual e pensar que se algo de ruim que existe no mundo tiver a oportunidade de chegar perto, isso poderá acontecer e acarretar em algo que pode prejudicar. Todo esse procedimento só é possível se a criança tiver o conhecimento, por exemplo, de que aranhas são animais que podem picar e ter venenos, portanto o conhecimento do mundo é importante pra que haja a formação do pressuposto. Esse tipo de interpretação é muito importante, também, na aquisição de uma língua estrangeira. No caso do inglês americano, os alunos que conseguem desenvolver o entendimento de pressupostos da língua acabam carregando com eles uma bagagem cultural bem forte que facilita o entendimento da língua ensinada. Por exemplo, inferência pode ser um trick quando alunos acreditam que todos os verbos são regulares e os inflexionam com a terminação -ed no passado. Porém pode ser um treat se pensarmos que o aluno assimilou e aprendeu como se utilizar o tempo passado da língua inglesa.

Para se trabalhar essa habilidade de maneira expandida, o professor pode desenvolver uma atividade horripilante em que a interpretação oral, mais facilitada por geralmente trazer recursos como gestos, linguagem corporal, etc, e a textual sejam exploradas. Para se trabalhar alguns adjetivos o professor pode selecionar por exemplo scary, crazy, horrible, freaky, haunted, mysterious, para apresentar pra sala utilizando, como sugestão, alguns personagens da Turma do Penadinho, criado por Maurício de Souza. Para uma turma um pouco mais madura, as revistas em quadrinhos do título Spawn são bem legais pra essa atividade também. Assim que os alunos estiverem bem confortáveis com as novas palavras, separe-os em trios e entregue frases (adaptadas quando necessário) de algumas obras assustadoras. Claro que estou falando de Edgar Alan Poe, gênio do assombrado. Peça que o trio explique, em no máximo 3 linhas, o motivo de aquela frase ser scary, mysterious, etc, “forçando” o uso dos adjetivos, ou seja, nessa proposta trabalha-se a consolidação do entendimento do grupo de palavras adjetivo e também pratica-se a interpretação textual, amplamente requisitada para exames de vestibular e pelo ENEM.

Mas como o ensino de língua é algo a ser externalizado, a performance dos alunos pode ser realizada através de um projeto que envolve todas as turmas da sua escola, professor. Na parte prática dentro da sala, os alunos utilizaram seu conhecimento de mundo para fazer inferências e pressuposições. Nada mais justo que incluir um pouco de cultura estrangeira para ampliar o “GPS” interno dos alunos através do famoso trick or treat em que os alunos se fantasiem e saiam pedindo doces por toda escola. Sugiro duas opções: levar alguns modelos de máscaras relacionadas ao halloween, fazer com que os alunos as usem ou, se a escola tiver um budget legal, a empresa Wintercroft confecciona máscaras bem spooky em 3D. Exatamente, ela utiliza a tecnologia de impressão em 3D e oferece modelos de máscaras por 7,45 dólares que valem muito a pena caso ainda exista um pouco de “candies” no orçamento.  Com os alunos devidamente fantasiados, hora de bater de porta em porta das salas e pedindo doces aos professores, mas para ganhá-los os alunos devem responder a pergunta dos professores “who are you?” utilizando os adjetivos aprendidos.

Um GPS Para A Caça Ao Tesouro

Tenho quase certeza absoluta de que todos os professores, eu me encaixo perfeitamente nessa lista, já utilizaram mapas bidimensionais quer sejam aqueles dobráveis e impossíveis de redobrá-los como eram, quer sejam ilustrações de mapas em materiais didáticos ou um desenho de um mapa na lousa. Mas, imaginem a reação de um aluno em que sua rotina seja rodeada de tablets, Playstations e smartphones. Acho que esse mapa seria boring pra ele.

É quando alguém pode, então, retrucar: mas os apps de mapas também tem duas dimensões, como isso pode ser tão diferente do que se é feito? Bem, muitos mapas hoje são em 3D, ou seja, ensinar os pontos cardeais, direção e até mesmo ensinar algumas expressões muito úteis para quem viaja sempre ou para quem não quer se perder ao procurar por algum lugar. Como atividade de fixação (ou drilling) o professor pode criar uma brincadeira em que a sala de aula é um bairro e dividir os alunos em grupos. Cada grupo pode ser um carro, supondo-se que cada carro teria 4 alunos, então uns 10 carros estariam na rua. Se o número for ímpar, podem-se ter pedestres e biciletas. O professor fica de fiscal do trânsito e vai fornecendo comando para que os alunos respeitem (claro, toda a comunicação deve ser feita no idioma alvo). Quando os alunos fazem algo diferente do que o “policial” pediu, o professor corrige, utilizando a técnica mais adequada, e o trânsito continua.

Sei que já mencionei Michael Tomasello e seu estudo sobre a aquisição da linguagem através de sua utilização. Ou seja, a interação tem papel fundamental na aquisição sintática, fonética, semântica e pragmática enquanto que o cérebro tem a responsabilidade de decodificar tudo isso, pensar, de maneira mais simplória, para produzir a fala de maneira mais adequada que o momento pede. Será que a atividade de fixação engloba essa nova corrente linguística? A interação aluno/professor acontece naturalmente e o fato de a atividade ser em grupo, a Zona de Desenvolvimento Proximal entra em cena e os alunos podem ajudar uns aos outros. O fato de a comunicação ser feita na língua alvo (ou no máximo com pouquíssimas palavras em português) estimula a cognição no processo da aquisição. Meta atingida! Mas e o mapa, a tecnologia? Todo final de lesson plan requer uma atividade de performance em que os alunos voam livremente, sem interferência do professor. Considerando uma turma do Ensino Fundamental I, talvez quarto ou quinto ano, o professor pode preparar uma Caça ao Tesouro. A diferença é que o professor pode selecionar os GPSs para língua inglesa e para os alunos chegarem ao seu tesouro eles devem ouvir e entender as direções dadas pelo aparelho.

GPS, quase todos os alunos já viram e muitos já sabem como utilizar esse aparelho. Aparecer em sala de aula com uma atividade que se utilize aqueles mapas antigos de papel dobráveis é ficar totalmente distante do contexto e da realidade dos alunos. Isso poderá desmotivar e os alunos não irão ficar engajados, resultando numa péssima qualidade de performance. Se a motivação é zero, então todo o processo se anula. Mas isso é assunto pra outro artigo.

Let’s Hang Out

In the last 14 years working as an English teacher the top-3 most heard sentences from students are ‘I hate English’, ‘this present perfect stuff has no equivalent in Portuguese, does it’ and ‘this phrasal verb thing is too hard’. Well I would respectively reply like ‘maybe our previous teachers were not so good then’, ‘yes, there is’ and ‘yes’. Say what?! Sure it is hard, phrasal verbs are idioms that carry a strong semantic function and therefore are really tricky to be taught and learned.

The dilemma of teaching an idiom is how to shape meaning so that students understand it and at the same time the teacher’s talking time is reduced? Of course that depending on the methodology adopted, the teacher will indeed speak a lot (not recommended by CELTA), but with a fun and well prepared activity the teacher may have an A+ performance in the classroom and also engage his or her students. As it was previously discussed in another article, Google offers more than just a searching tool. There is something called Hangouts which is some sort of Skype embedded in Android OS and allows us to make calls and video calls with those who have a Google account. In addition, hangouts provides people with live stream automatically uploaded to a YouTube  account which means that someone might be visiting MoMa and call a group of students who are inside a school on the other side of the planet. Although this might look like a Google ad it isn’t. What happens is that there are so many resources available that can be used in the classroom that encourage the development of activities.

Let’s take the following phrasal verbs: ‘come up with’, ‘get along with’ and ‘set in’. The teacher can prepare a very interactive and communicative activity using Hangouts. Making use of context that involves friendship, social interactions as themes, it is possible to introduce such idioms and for drilling students can interview one another. To make practice more interesting, the teacher can hand out roles to students in which they can be athletes, celebrities, filmmaker, whereas the other student (considering an activity in pairs) plays a journalist. Students can also drill questions besides the idioms for many find asking questions quite hard to be produced. In order to make it up for the time possibly spent by the teacher to introduce the content of the day and the highly used talking time, the activity can have a grand finale with the students’ performance using Google’s tool. Inside the computer lab, students can make contact with other students around the world who were previously arranged by the teacher so that interview could be held and the studied phrasal verbs could be used. As the video is automatically uploaded to YouTube, the teacher can evaluate the students more accurately.

Thus, learning a controversial such as idioms (frowned by many) gets a plus through a very  real experience that might motivate your students. Leave your students hanging out with other from abroad with Hangouts using the phrasal verbs that were taught in the classroom.

Vamos Bater Um Papo?

Nestes quase 14 anos como professor de inglês, o top 3 de frases mais ouvidas são “odeio inglês”, “esse present perfect não tem em português, né?” e “nossa essa coisa de phrasal verbs é muito difícil”. Bem, respectivamente eu diria “seus antigos professores devem ter sido muito ruins”, “existe” e “sim”. Sim?! Claro, phrasal verbs são expressões idiomáticas que contém uma carga semântica muito forte e, portanto são complicados de se ensinar e aprender.

O grande dilema de se ensinar uma expressão idiomática é: como dar formato ao significado para que os alunos entendam e, ao mesmo tempo, o professor fale pouco (Teachers’ Talking Time reduzido)? Claro que dependendo da metodologia adotada o professor vai mesmo falar bastante (não recomendável pelo CELTA), mas com uma atividade muito bacana e bem estruturada, o professor pode desempenhar um ótimo papel e ainda engajar seus alunos. Como havíamos falado anteriormente, o Google oferece muito mais do que uma ferramenta de pesquisa na internet. Existe um instrumento chamado Hangouts, uma espécie de Skype que já vem embutido nos celulares com sistema Android e permite fazer ligações de voz e de vídeo para quem tem uma conta Google. Além disso, o Hangouts oferece o serviço de transmissão ao vivo e automaticamente postado no YouTube, ou seja, alguém pode estar visitando o Museu de Arte Moderna de Nova Iorque e realizar uma chamada ao vivo via celular com alguém dentro da escola. Embora pareça um texto de propaganda do Google, não é. O fato é que são tantos recursos possíveis de se utilizar em sala que estimula o desenvolvimento de atividades de sala de aula.

Por exemplo, em uma lista de phrasal verbs contendo come up with, get along with, set in, o professor pode preparar uma atividade muito interativa e comunicativa usando o Hangouts. Fazendo uso de um contexto relacionado com amizades, interações sociais, o professor pode introduzir as seguintes expressões e no drilling time, eles podem entrevistar uns aos outros. Pra deixar a prática mais interessante, o professor pode distribuir funções para os alunos: um pode ser um atleta famoso, uma celebridade da TV, um diretor de filmes, enquanto que o outro aluno (pensando em uma atividade de dupla) tem a função de repórter. Além de trabalhar as expressões, os alunos também irão praticar as estruturas interrogativas, muitas vezes difíceis de serem oralmente reproduzidas. Para compensar mais ainda o tempo possivelmente utilizado pelo professor para introduzir o conteúdo, com tempo de fala do professor maior que o dos alunos, a atividade, para fechar a aula com chave de ouro com performance dos alunos, pode utilizar a ferramenta do Google. No laboratório de informática, os alunos podem fazer contato com outros alunos de outras partes do mundo, previamente estudado e acordado pelo professor, para que a entrevista seja feita entre eles usando os phrasal verbs aprendidos. Como o vídeo é automaticamente carregado no YouTube, o professor pode fazer uma avaliação com mais clama e mais precisa da performance de seus alunos.

Dessa forma, o aprendizado de um conteúdo tão controverso para o qual muitos torcem o nariz torna-se diferente, com uma experiência muito real e que pode motivar os alunos. Deixe seus alunos hanging out com alunos de outros países com Hangouts, usando os phrasal verbs que foram introduzidos em sala.

Google Beyond Research

Everyone is more than used to turning to the greatest research tool in the world: Google. Everything there is in this planet can be found there, there is not a single thing this tool cannot  fetch and if Google cannot find it, then it just does not exist. What maybe few second language teachers know is that there is also another tool that can be very well used in language classes.

Even those teachers who are not tech aficionados ended up giving in to Google. However, a very low number of them have used their precious time of lesson preparation to explore every single corner on Google For Education. Calendars can be synced, files are shared and edited there, which is good for students’ work. In case you haven’t been introduced to each other yet, Google Drive offers their users a powerful tool to receive and share content with your students which means that if you want to flip your classes, you can kiss goodbye your excuses. Inside the core of lesson planning (warm-up, drilling, performance), with the resource of Google Drive it is possible to create a video clip that is going to be used at the warm-up stage. For instance, supposing that the content of the day is about looks, it might be interesting to go to a park and record all walks of people tall, short, fit, skinny, blondes, brunettes, people with curly or straight hair. Such a beginning of activity can expand the options for other sections of the lesson plan and, in addition, you will not be stuck with the school’s technical resources which are, in many cases, unfortunately limited.

On the other hand if Google Drive is already your BFF and you think you know all its features like the back of your hand, coding may be a good option for you to work with in your classroom. Yup, coding. That programming language used to design websites, apps and softwares. Of course Google’s Made With Code is not going to teach us exactly how to write codes, instead it uses the concept of functional blocks and offers a valuable tool for second language classes. Creating an avatar through geometric shapes can also be a fun activity with a techie pitch for K-12 groups. In this activity creativity and logical thinking are worked on and the outcome can become a tangible evidence of how students perceive, for instance, a character of book previously read. The stimulus for students to present and justify, in the target language, what each part of the avatar represents will make them communicate and use the vocab they learned such as geometrical shapes, colors, body parts. And what about asking your students to reproduce a poem in another language, with the same theme, but with a contemporary viewpoint? Too boring? Not if they can make their work into music. After they make their version of the poem, the students can use Google to create beats and become a rockstar for one day.

We all know how powerful Google has become and its education division has developed so impressive tools as the research. Knowing how to use such tools hinges on how willing a teacher is to understand how they work and think about implementing them in their activities. Go beyond the basics.